quinta-feira, 4 de abril de 2013

Brasil produzirá medicamento contra artrite Cerca de 16 mil pacientes do SUS sofrem de artrite reumatoide e outras doenças Da Agência Brasil vivabem@band.com.br


O Brasil vai produzir medicamento contra a artrite reumatoide e outras doenças crônicas que afetam cerca de 16 mil pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) concedeu ao Instituto Vital Brazil, ligado à Secretaria de Saúde do Rio, o registro para a fabricação do Etanercepte. De acordo com o laboratório, o objetivo é reduzir, em cinco anos, 50% do valor do remédio importado e distribuí-lo na rede hospitalar pública.

O presidente do Instituto Vital Brazil, Antônio Werneck, informou que o medicamento de procedência natural estará disponível na rede de saúde daqui a três anos, em 2016.

“O país importa cerca de três mil medicamentos biológicos para o tratamento do câncer e de inflamação das articulações. As proteínas atuam com princípios ativos eficazes. Um exemplo é a insulina para o diabetes tipo 2, produzida com proteínas recombinantes. A partir das proteínas, temos visto um resultado mais eficiente, porque degeneram os tecidos das doenças identificadas, sendo melhor que os medicamentos anti-inflamatórios”, explicou Werneck.

Economia 

De acordo com ele, o medicamento é importado pelo SUS desde 2006 para o atendimento a 16.431 pacientes, e a produção no Brasil vai gerar uma economia de R$ 720 milhões aos cofres públicos. O Etanercepte será comercializado nas apresentações 25 miligramas e 50 mg. Com o registro da Anvisa, os laboratórios têm autorização para construir uma fábrica e começar os ensaios clínicos. Para a comercialização do produto, o órgão deve conceder um segundo registro em 2016.

O remédio será produzido em parceria com o laboratório oficial Biomanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, e a Empresa Brasileira de Biotecnologia Farmacêutica, a Bionovis.

Morador terá 30 dias para consertar calçada Projeto que acaba com multa imediata foi aprovado na noite de ontem por unanimidade na Câmara Municipal de São Paulo

O texto deve ser aprovado em segunda votação na próxima semana, para então seguir para sanção do prefeito. O projeto concede prazo de 30 dias para que o proprietário ou locatário faça a reforma da calçada em maus estado e evite o pagamento da multa de R$ 300 por metro linear de passeio.

A lei em vigor hoje, aprovada pela Câmara em 2011, na gestão de Gilberto Kassab (PSD), prevê a cobrança imediata da multa.

Além do prazo para regularizar a situação, a prefeitura também poderá fazer o reparo e, depois de concluído o serviço, cobrar o valor do responsável pelo imóvel. O projeto, no entanto, não detalha como essa cobrança será feita.

Caso a multa já tenha sido paga, o valor será descontado da conta da reforma realizada pela subprefeitura da região. Antes da segunda votação, a Câmara ainda fará uma audiência pública, na próxima terça-feira, para discutir o projeto.

Vereadores da base do governo e da oposição devem apresentar substitutivos com emendas para mudar o texto. Uma das propostas é dar mais prazo para o pagamento das multas já aplicadas.

Outra é estender para até 90 dias o período para que o responsável pelo imóvel faça os reparos. Somente no ano passado, cerca de 6 mil residências foram autuadas pelos fiscais das subprefeitura

Os vereadores aprovaram ontem, por unanimidade, projeto de lei do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) que acaba com a multa automática aos responsáveis por imóveis com calçadas danificadas. Leia outras notícias do Metro São Paulo desta quinta-feira O texto deve ser aprovado em segunda votação na próxima semana, para então seguir para sanção do prefeito. O projeto concede prazo de 30 dias para que o proprietário ou locatário faça a reforma da calçada em maus estado e evite o pagamento da multa de R$ 300 por metro linear de passeio. A lei em vigor hoje, aprovada pela Câmara em 2011, na gestão de Gilberto Kassab (PSD), prevê a cobrança imediata da multa. Além do prazo para regularizar a situação, a prefeitura também poderá fazer o reparo e, depois de concluído o serviço, cobrar o valor do responsável pelo imóvel. O projeto, no entanto, não detalha como essa cobrança será feita. Caso a multa já tenha sido paga, o valor será descontado da conta da reforma realizada pela subprefeitura da região. Antes da segunda votação, a Câmara ainda fará uma audiência pública, na próxima terça-feira, para discutir o projeto. Vereadores da base do governo e da oposição devem apresentar substitutivos com emendas para mudar o texto. Uma das propostas é dar mais prazo para o pagamento das multas já aplicadas. Outra é estender para até 90 dias o período para que o responsável pelo imóvel faça os reparos. Somente no ano passado, cerca de 6 mil residências foram autuadas pelos fiscais das subprefeituras. Confira outras edições do Metro pelo país O MP (Ministério Público) questionou a legalidade dessas multas, mas a Justiça não aceitou o pedido de anulação feito pela Promotoria.


Os vereadores aprovaram ontem, por unanimidade, projeto de lei do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) que acaba com a multa automática aos responsáveis por imóveis com calçadas danificadas.


O texto deve ser aprovado em segunda votação na próxima semana, para então seguir para sanção do prefeito. O projeto concede prazo de 30 dias para que o proprietário ou locatário faça a reforma da calçada em maus estado e evite o pagamento da multa de R$ 300 por metro linear de passeio.

A lei em vigor hoje, aprovada pela Câmara em 2011, na gestão de Gilberto Kassab (PSD), prevê a cobrança imediata da multa.

Além do prazo para regularizar a situação, a prefeitura também poderá fazer o reparo e, depois de concluído o serviço, cobrar o valor do responsável pelo imóvel. O projeto, no entanto, não detalha como essa cobrança será feita.

Caso a multa já tenha sido paga, o valor será descontado da conta da reforma realizada pela subprefeitura da região. Antes da segunda votação, a Câmara ainda fará uma audiência pública, na próxima terça-feira, para discutir o projeto.

Vereadores da base do governo e da oposição devem apresentar substitutivos com emendas para mudar o texto. Uma das propostas é dar mais prazo para o pagamento das multas já aplicadas.

Outra é estender para até 90 dias o período para que o responsável pelo imóvel faça os reparos. Somente no ano passado, cerca de 6 mil residências foram autuadas pelos fiscais das subprefeituras.


O MP (Ministério Público) questionou a legalidade dessas multas, mas a Justiça não aceitou o pedido de anulação feito pela Promotoria.

Planos de saúde deverão ter ouvidoria Estruturas de atendimento ao público deverão contar com um ouvidor titular e um substituto que atuem exclusivamente nesta função


As operadoras de planos de saúde serão obrigadas a criar ouvidorias para atender aos seus usuários. A nova norma da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) será publicada hoje no “Diário Oficial 

As estruturas de atendimento ao público deverão contar com um ouvidor titular e um substituto que atuem exclusivamente nesta função. As ouvidorias também terão de ter canais de contatos específicos, protocolos de atendimento e equipes capazes de responder as solicitações dos usuários em no máximo sete dias úteis.

“Isso vai reduzir ainda mais a necessidade de o usuário ter que entrar com processos contra as operadoras”, avaliou ontem o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.

As operadoras que possuem mais de 100 mil clientes terão 180 dias para instalar as estruturas. Já as empresas com carteira de usuários inferior a 100 mil beneficiários terão até um ano para se adequar à nova regra.

A norma, no entanto, isenta as operadoras com até 20 mil usuários e as que atendem exclusivamente planos odontológicos de criarem as ouvidorias. Essas empresas terão a possibilidade de designar um representante institucional junto à ANS.

Anunciados resultados sobre matéria escura Comunicado indica que instrumento de física de partículas mostra evidências de um novo fenômeno físico no Universo

Um enorme instrumento científico que gira em torno da Terra a bordo da ISS (sigla em inglês para Estação Espacial Internacional) forneceu as primeiras imagens do que pode ser a misteriosa matéria escura do Universo.

Os primeiros resultados do AMS (Espectrômetro Magnético Alfa), o instrumento de física de partículas mais sensível já enviado ao espaço, parecem indicar "evidências de um novo fenômeno físico", indica um comunicado da equipe de pesquisas internacional.

A matéria escura, que representa cerca de 25% do Universo, não foi até o momento detectada diretamente, mas observada indiretamente através de sua interação com a matéria visível.

Dos 25 bilhões de eventos de raios cósmicos que o AMS estudou, "um número sem precedentes, 6,8 bilhões, foi identificado sem ambiguidade como elétrons e sua contraparte de antimatéria, os pósitrons", explica o comunicado de imprensa do CERN, a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear.

"Nos próximos meses, o AMS será capaz de nos dizer conclusivamente se estes pósitrons são um sinal da matéria escura, ou se têm outra origem", afirmou o porta-voz do AMS, Samuel Ting, no comunicado.

Este é o primeiro de muitos relatórios que são esperados do AMS, que foi construído por um consórcio de 16 países.

Os dados publicados na revista Physical Review Letters provêm de 25 bilhões de eventos de raios cósmicos recopilados desde que o AMS chegou à estação orbital a bordo do ônibus espacial Endeavour em 2011.

A Nasa anunciou uma coletiva de imprensa para comentar os resultados.

O AMS estuda raios cósmicos (partículas carregadas de alta energia que permeiam o espaço) antes de interagirem com a atmosfera da Terra.

Os primeiros indícios do excesso de antimatéria no fluxo de raios cósmicos foram observados há duas décadas, mas sua origem continua sendo um mistério.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Salada Russa Márley


   
1k de filé  de peito
1 creme de leite dissorado( colocando no congelador ,o creme desce e o soro sobe e elimina-o.)
2 colheres de sopa de maionese
100 gramas de uva passas
1 lata de milho verde

                                           Modo de fazer
Coloque em uma bacia  o peito desfiado, e misture os ingredientes citados.
misture tudo. Sirva o  frio . Acompanhado com arroz. Tem um sabor  agradável. Regrado com vinho tinto.

quarta-feira, 27 de março de 2013

O professor da USP e especialista em Direito do Trabalho José Francisco Siqueira Neto, a convite da BandNews FM, tirou algumas dúvidas dos ouvintes sobre a aprovação da PEC das Domésticas. Com a decisão do Senado, a partir de agora, os empregados passam a contar com todos os direitos dos demais trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

O especialista esclareceu uma das principais dúvidas sobre o tema: os custos que os empregadores passarão a ter para manter o trabalhador doméstico não poderão ser deduzidos no IR (Imposto de Renda). “Agora não pode, mas nada impede que possa ser deduzido no futuro”, disse Siqueira Neto.

Segundo o professor, nesse primeiro momento, é preciso ter calma com a regulamentação. “Quando você tem o sistema de controle de jornada em uma empresa, uma fábrica ou um comércio é bem mais simples. Nas relações domésticas é algo mais sofisticado, pois envolve também uma questão de confiança”, avaliou.

Além dos direitos regidos pela CLT, os empregados também terão uma carga horária a cumprir (oito horas diárias e 44 horas semanais). “O trabalhador poderá compensar na semana para não trabalhar no sábado, mas, como eu falei, depende também da relação de confiança”, afirmou o especialista.

Ele lembrou também que a hora de descanso prevista na PEC também deverá ser cumprida. “O que não pode é fragmentar esse período”.